histórias de serial killers e análises

DIA-A-DIA, DESCOBRINDO A CIDADE

Nesta parte do livro, finalmente, as atrações turísticas de Paris...
Como já dito, elas foram agrupadas em “Idéias”, onde cada idéia reúne uma atração principal e algumas secundárias, localizadas nas proximidades desta atração principal. No decorrer do livro, as Idéias seguem, em geral, uma seqüência histórica-cronológica, ou seja, começamos com o ponto turístico principal mais antigo (o Rio Sena, claro), na “Idéia A”, e vamos indo, nas Idéias seguinte, das mais velhas das atrações (Notre-Dame, na “Idéia B”; a Monalisa, na “Idéia C” etc.) às mais novas (os pintores impressionistas, na “Idéia F”; o Maio de 68 na “Idéia J” etc.).
Há várias formas de se fazer turismo no país, na França. Uma é ver as coisas sem qualquer ordem definida. Outra é tentar seguir um roteiro histórico: começar por visitar as atrações das mais antigas às mais novas. Outra é fazer um tour gastronômico pelas diversas regiões do país. Ou um roteiro dos vinhos. Como nos concentramos em Paris, foi feita esta opção pelo tour histórico-cronológico.
Quais são os pontos turísticos mais conhecidos de Paris? A Torre Eiffel, o Arco do Triunfo, o Rio Sena, a Avenida Champs-Elysées, o Museu do Louvre e a Catedral de Notre-Dame. Que estão localizados no 1o, 4o, 7o e 8o arrondissements, regiões da cidade separadas apenas pelo próprio rio. Em apenas um dia, é possível pegar um barco (“bateau”) pelo rio e ir parando na Catedral, no Museu etc. É possível fazer em 1 ou 2 dias, sim, o “pacotão” parisiense.
Seria possível organizar as 100 atrações turísticas principais da França em ordem cronológica? Sim, mas seria complicadíssimo para o turista fazer o roteiro, pois teria que passar boa parte do dia se deslocando, pois na maioria das vezes uma construção que, por exemplo, data apenas de 50 anos depois de outra está em um arrondissement do outro lado da cidade. Além do quê, são estes seis, e apenas estes, os pontos que são praticamente inevitáveis, “clássicos”. Por esta razão os primeiros capítulos desta parte do guia foram organizados numa ordem que vislumbre a visita destes pontos em ordem cronológica.

Qualquer guia da França é um transbordamento de locais bonitos e interessantes, afinal o país tem uma civilização antiga, uma história rica e, o mais importante, bastante preservada. Comparando-se com o Brasil, a grande maioria das cidades é bem mais limpa, mais linda; qualquer igreja tem séculos e é deslumbrante...
Porém o viajante que cair na fria de tentar ver tudo que é indicado em um guia ficará louco. O “Guia Visual França”, da Folha de São Paulo, por exemplo, lista mais de 100 pontos turísticos principais em Paris. Em um mês é possível ver todos. Mas a maioria dos turistas não passará um mês na cidade... E nem tudo que está em um guia nos interessa. Por isto não se fala muito de tudo aqui, pois, além de impossível, sempre causa um pequeno mal-estar pensarmos que não estamos visitando aquela atração tão bem recomendada. As atrações menos interessantes virão, portanto, em uma fonte de texto menor.
Não se irá fazer, portanto, neste Guia, uma descrição exaustiva sobre várias igrejas ou museus. Falamos quase que apenas do “crème de la crème”. Paris possui inúmeras igrejas e museus interessantes, que comparados aos do Brasil, serão sempre “lindos”, “fantásticos”. Mas que, se comparados entre si, alguns se destacarão mais que os outros. Concentre-se neles, e se o tempo sobrar e houver disposição, parta ao encontro dos outros.

Contudo, antes de iniciarmos propriamente este passeio, é útil que sejam feitos alguns comentários gerais sobre alguns tipos de atrações, como museus, igrejas etc.
É o que faremos neste capítulo.


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